
Janeiro Branco: 7 livros para ajudar a refletir
Da redação Bookplay em 19 de janeiro de 2026
O primeiro mês do ano traz consigo a mensagem de recomeço, novas metas e oportunidades. Inspirado nesta ideia de “página em branco”, o psicólogo Leonardo Abrahão idealizou a campanha Janeiro Branco, em 2014, dedicada à promoção da saúde mental e emocional. E, graças à importância nacional do tema, a causa foi oficialmente reconhecida, em 2023, pelo Governo Federal do Brasil (Lei n° 14.556/2023).
Em consideração a data anual, o Bookplay separou 7 leituras recomendadas para o Janeiro Branco:
Trabalhe menos, viva mais, de Cody Cook-Parott
Um mergulho na metodologia e ideias de Cody, a obra demonstra meios de preservar sua vitalidade. Para isso, a escritora acredita no poder de uma vida equilibrada, em que o trabalho não seja uma obsessão. Entretanto, isso não é sinônimo de trabalhar menos ou nunca ter um emprego, mas sim reconhecer e definir o que é o seu trabalho.
“Um manifesto para que o descanso, o lazer e o ato de fazer uma pausa sejam para todas as pessoas”, anuncia a sinopse.
Os monstros no seu cérebro, de Katherine Speller
Em uma proposta descontraída, Katherine cria uma obra teen que conversa com temas psicológicos recorrentes da adolescência:
“Escrito por alguém que entende esses ‘monstros internos’, o livro oferece explicações acessíveis, dicas reais e acolhimento. Ele mostra que você não está sozinho, seus sentimentos são validos e há como enfrentar esses monstros, pois você é mais forte do que parece”.
Você não tem que ter um sonho, de Tim Minchin
Uma narrativa que abraça o humor e a realidade. Através das ilustrações de Andrew Rae e devaneios de Tim, Você não tem que ter um sonho destrincha a relação da humanidade com o viver.
Vícios - A genealogia da vulnerabilidade, de Odair Comin
Odair afirma que o vício não nasce do excesso de algo, e sim da ausência; do silêncio indiferente; da dor sufocada. A obra convida o leitor à reflexão, que parte de uma investigação poética, filosófica e terapêutica.
Entorpecidos, de Corey Keyes
Após dedicar sua carreira à pesquisa das causas e os males da estagnação, o sociólogo Corey formulou Entorpecidos. A obra leva em seu nome o estado de esgotamento mental e a apatia, que acaba com a autoestima, a motivação e o senso de significado.
“Uma leitura obrigatória para quem minimiza os próprios sentimentos de desmotivação e vazio, enquanto luta para se manter ativa durante o dia. E para os ansiosos por desenvolver uma maior tolerância à adversidade e às pressões da vida moderna”.
Não se cobre tanto, de Ellen Hendriksen
Em sessões registradas ao longo de sua atuação na psicologia clínica, Ellen descobriu padrões nas queixas e reflexões dos pacientes. As repetições são vistas a partir da percepção da terapeuta, que oferece um caminho para a autoaceitação e construção de relações genuínas:
“A autora nos conduz por um processo de transformação com base em sete mudanças de comportamento, modos de substituir a autocrítica por gentileza e deixar de lado a comparação para viver com mais satisfação”, revela a sinopse.
Manual de desinstrução para tempos de incertezas, de Alessandro Marimpietri
Como viver com lucidez em tempos de excesso, ansiedade e desconexão? Essa é a pergunta norteadora do Manual de desinstrução para tempos de incerteza. E, baseado em quatro gestos; viver o tempo; cultivar o espanto; elogiar a imperfeição; e amar como verbo, Alessandro leva o leitor a uma viagem íntima, filosófica e humana. Apesar do nome, a obra não se descreve como um manual, mas sim uma “cartografia imperfeita”.
E aí, escolheu a primeira leitura do ano? Então, acesse-a no Bookplay! A multiplataforma conta com todas as obras citadas e mais uma vasta coleção de livros, audiobooks e revistas.
Confira também
Educação continuada para pedagogos: por que ela é essencial para sua carreira e seus alunos
Educação Continuada: o caminho para o crescimento profissional e a ascensão na carreira

